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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Red Hat Linux teve mais falhas que Windows em 2007

Um relatório da empresa de segurança Secunia, que avaliou o ano de 2007, afirma que o número de falhas encontradas na distribuição Red Hat Linux foi maior que nos sistemas operacionais da Microsoft.
No relatório, a Secunia também critica a Computer Associates (CA) pela qualidade nos códigos de seus antivírus, afirmando que os problemas estariam expondo os produtos da CA a vulnerabilidades.
A Secunia verificou que a CA foi a líder no número de vulnerabilidades entre as empresas, com 187 ao longo do ano, seguida pela Symantec com 73, Trend Micro com 34, ClamAV com 15, MacAfee com 13 e F-Secure com 6.
Os altos índices da Symantec e da CA são atribuídos a sua variedade de produtos, afirma a Secunia. Contudo, a maioria das falhas da CA estava relacionada “aos problemas nos códigos de alguns produtos”.
Alguns problemas estão relacionados aos produtos ARCServe Backup para laptops e desktops. A Secunia submeteu esses programas a análises binárias após o anúncio de que algumas falhas foram corrigidas.
A análise descobriu que cerca de 60 falhas ainda estavam presentes. E mais, a análise aponta que o problema estava relacionado “à natureza do produto”.
“A não ser que o código seja revisto, o produto permanece inseguro contra vulnerabilidades similares”, observa o Grupo Datasystem.

Golpes Online

Apesar dos números positivos para o comércio eletrônico em 2007, com mais de 1 bilhão de reais em vendas, uma pesquisa do site Reclame Aqui revela que 38% dos consumidores foram vítimas de golpes.
As empresas que lesaram os consumidores em muitos casos não entregaram o produto e fecharam as portas, deixando prejuízos de 150 a 3 mil reais, afirma Maurício Vargas, diretor do Reclame Aqui. A pesquisa foi realizada com 10 mil consumidores de todo o país.
Em 95% dos golpes, as quadrilhas divulgavam ofertas muito abaixo do normal para produtos de informática. Entre os problemas apontados pelos consumidores estão o atraso, com 29% de reclamações. Já 20% dos e-consumidores disseram ser vítimas de propaganda enganosa, 9% dos produtos eram defeituosos e 4% não conseguiram trocar a mercadoria com problemas.
Mesmo com os dados negativos, 83% dos consumidores comprariam novamente pela internet. As lojas virtuais consideradas mais confiáveis pelos entrevistados são a Americanas (18%), Submarino (16%), Shoptime (9%), Ponto Frio e Magazine Luiza (8%), Extra (7%) e Fnac (6%).
Um item preocupante é a avaliação dos comparadores de preços, pois alguns dos mais apontados por golpes estavam em listas de comparadores. Uma dica importante é sempre checar a opinião de outros consumidores antes de tomar sua decisão de compra.
Outra recomendação aos internautas é sempre escolher bem a loja virtual para fazer suas compras, verificar se ela possuem a certificação da Certisign e sempre escolha dominio validos como (.com.br .com .org).